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sexta-feira, 10 de julho de 2020

O BELO PROJETO DO POLO MOVELEIRO DE PARAUAPEBAS E REGIÃO

O BELO PROJETO DO POLO MOVELEIRO DE PARAUAPEBAS


O maior potencial de negócios e alternativa a produção mineral




Por que precisamos cuidar do polo
Finalmente, após décadas de esforços essa gestão, através do coordenador do Polo Moveleiro, Sr. Mendes, nos encomendou um ESTUDO SOCIOECONOMICO DO POLO MOVELEIRO DE PARAUAPEBAS.  Vibramos. Aparentemente esquecido por diversas gestões finalmente vimos um interesse de estado por aquele amontoado de problemas, incompreensão e abandono. Aquele amontoado de móveis de excelente qualidade e belíssimos, portas e portais especiais, pessoas maravilhosas e dignas, gente em movimento e acreditando que amanha sempre será melhor do que hoje.




Nós que vivemos a luta diária daquele pessoal, pais de famílias, guerreiros do cotidiano que acreditando em Parauapebas ali se estabeleceram para dali tirarem seu sustento, sempre, como eles, entendemos o que pode vir a ser o Polo Moveleiro de Parauapebas. A tremenda oportunidade que a cidade tem se souber cuidar dos seus moveleiros e sua excepcional capacidade de produção.



Reunião para discutir reorganização e criação do movimento Somos +Polo

Ocorre que a cidade cresceu, a localização se tornou um problema, as exigências ambientais e de gestão modernizaram, as relações de trabalho, a disponibilidade de matéria prima e insumos, tudo se tornou um limitador de crescimento, aliado ao desinteresse da gestão municipal proprietária final do Polo Moveleiro.

Com custos crescentes muitos se acomodaram na ilegalidade. Um alvará ali sai em média por R$1.700,00 e isso sem IPTU pois todos os terrenos são cedidos em comodato pela própria prefeitura. E é dela mesma que sai o sufoco para aqueles marceneiros até então abandonados: alvará anual, licença ambiental, Ceprof, Plano de Resíduos Sólidos, Gestão Ambiental, Coleta seletiva nível 3, segurança, água, energia elétrica, questões trabalhistas, legalidade de uma madeira cada vez mais escassa, cada vez mais ilegal.

Nesse contexto surge o Convenio da Madeira Legal, pegando a todos ali no auge de uma desorganização sistemática e causal, acirrando as disputas e as dificuldades, finalmente debeladas e o projeto novamente posto “a seu caminho”.




Nos internamos ali por cinco dias e aqui agradecemos aos companheiros que dispuseram de seu tempo escasso e responderam pacientemente as mais de cento e cinquenta questões levantadas visando devassar a estrutura de cada negócio. Nosso muito obrigado. Confiamos na Seden, no Sr. Mendes, no Sr. Dihonata e Sr. Sergel e Edvalci que nos permitiram completar no devido tempo todas as interpretações de tão rico material, que poderá ser definidor do futuro potencial do POLO MOVELEIRO DE PARAUAPEBAS.



Reunião com Seden 2013, discutindo com o secretario a eletrificação do Polo e o sistema de urbanização

Acreditamos no MOVEL SUSTENTÁVEL DA AMAZONIA, acreditamos no nosso projeto de lei PARAUAPEBAS COMPRA AQUI e acreditamos no nosso projeto do SELO DA MADEIRA SUSTENTAVEL DA AMAZONIA, como um orgulho do Brasil pelos moveleiros de Parauapebas quando esse móvel ganhar o mundo.



Antiga  diretoria e convidados, ano 2013

Claro que com o apoio determinante da Seden – Prefeitura, Vale e demais atores que vierem somar a um projeto estabelecido lá atrás pela COOPMASP e o hoje prefeito Darci Lermen. Seguimos em frente.


quarta-feira, 18 de março de 2020

A Belíssima qualidade do Móvel Sustentável da Amazônia


O BELO PROJETO DO POLO MOVELEIRO DE PARAUAPEBAS
O maior potencial de negócios e alternativa a produção mineral








  
Por que precisamos cuidar do polo
Finalmente, após décadas de esforços essa gestão, através do coordenador do Polo Moveleiro, Sr. Mendes, nos encomendou um ESTUDO SOCIOECONOMICO DO POLO MOVELEIRO DE PARAUAPEBAS.  Vibramos. Aparentemente esquecido por diversas gestões finalmente vimos um interesse de estado por aquele amontoado de problemas, incompreensão e abandono. Aquele amontoado de móveis de excelente qualidade e belíssimos, portas e portais especiais, pessoas maravilhosas e dignas, gente em movimento e acreditando que amanha sempre será melhor do que hoje.




Nós que vivemos a luta diária daquele pessoal, pais de famílias, guerreiros do cotidiano que acreditando em Parauapebas ali se estabeleceram para dali tirarem seu sustento, sempre, como eles, entendemos o que pode vir a ser o Polo Moveleiro de Parauapebas. A tremenda oportunidade que a cidade tem se souber cuidar dos seus moveleiros e sua excepcional capacidade de produção.


Reunião para discutir reorganização e criação do movimento Somos +Polo

Ocorre que a cidade cresceu, a localização se tornou um problema, as exigências ambientais e de gestão modernizaram, as relações de trabalho, a disponibilidade de matéria prima e insumos, tudo se tornou um limitador de crescimento, aliado ao desinteresse da gestão municipal proprietária final do Polo Moveleiro.

Com custos crescentes muitos se acomodaram na ilegalidade. Um alvará ali sai em média por R$1.700,00 e isso sem IPTU pois todos os terrenos são cedidos em comodato pela própria prefeitura. E é dela mesma que sai o sufoco para aqueles marceneiros até então abandonados: alvará anual, licença ambiental, Ceprof, Plano de Resíduos Sólidos, Gestão Ambiental, Coleta seletiva nível 3, segurança, água, energia elétrica, questões trabalhistas, legalidade de uma madeira cada vez mais escassa, cada vez mais ilegal.

Nesse contexto surge o Convenio da Madeira Legal, pegando a todos ali no auge de uma desorganização sistemática e causal, acirrando as disputas e as dificuldades, finalmente debeladas e o projeto novamente posto “a seu caminho”.




Nos internamos ali por cinco dias e aqui agradecemos aos companheiros que dispuseram de seu tempo escasso e responderam pacientemente as mais de cento e cinquenta questões levantadas visando devassar a estrutura de cada negócio. Nosso muito obrigado. Confiamos na Seden, no Sr. Mendes, no Sr. Dihonata e Sr. Sergel e Edvalci que nos permitiram completar no devido tempo todas as interpretações de tão rico material, que poderá ser definidor do futuro potencial do POLO MOVELEIRO DE PARAUAPEBAS.


Reunião com Seden 2013, discutindo com o secretario a eletrificação do Polo e o sistema de urbanização

Acreditamos no MOVEL SUSTENTÁVEL DA AMAZONIA, acreditamos no nosso projeto de lei PARAUAPEBAS COMPRA AQUI e acreditamos no nosso projeto do SELO DA MADEIRA SUSTENTAVEL DA AMAZONIA, como um orgulho do Brasil pelos moveleiros de Parauapebas quando esse móvel ganhar o mundo.


Antiga  diretoria e convidados, ano 2013

Claro que com o apoio determinante da Seden – Prefeitura, Vale e demais atores que vierem somar a um projeto estabelecido lá atrás pela COOPMASP e o hoje prefeito Darci Lermen. Seguimos em frente.



terça-feira, 4 de setembro de 2018

Caminhando novamente



MARCENEIROS TOMAM CAFÉ DA MANHÃ JUNTOS

Reconciliação, união e transparência










Pela primeira vez na história da cooperativa dos moveleiros o grupo reuniu-se num café da manhã, farto, muito bom.  Os procedimentos de praxe para uma grupo dolorosamente dividido com a chegada da madeira do Convenio Vale. Problemas que existem desde a fundação, pela forma autocrática em que foi necessário os primeiros tempos. Todas as diretorias que passaram lutaram muito para acertar, buscaram soluções.

Com a troca de comando – a saída do presidente histórico e a entrada de um novo grupo totalmente sintonizado com as duras transformações que serão necessárias para se obter uma ruptura com o passado, baseado no “jeitinho”, na apropriação da cooperativa, para um sistema aberto, profissional, autônomo e colaborativo, as tensões ficaram à flor da pele.

Dihonata Bernardes, o visionário proprietário de Good Portas, preparado para exercer a liderança, apoiado por Edvalci e tendo o suporte total da Coordenação do Polo, Sr. Mendes, resolveram fomentar essa união com o programa CAFÉ DA MANHA NO POLO, mensal:

- nesse primeiro café seremos nós e nossas diferenças – ainda bem que diferenças internas, próprias de uma família ainda desconfiada, mas logo será para realmente famílias, quando começar a se perceber os benefícios de uma gestão profissional, com mudanças que cortam no osso.

Há discordâncias como em todos os grupos, mas há sobretudo firmeza na condução do novo processo de gestão. A madeira está para descer e dessa vez será feito com mais transparência e inclusão em todo o processo de serragem e distribuição.

Logo todos aproveitaram as delicias servidas e foram ao trabalho. Segundo o Sr. Mendes, gestor público do Polo, a prefeitura municipal, através da SEDEN e do seu Secretário, Sr. Isaias de Queiroz França. Confirma que ele colocado ali à disposição para ajudar no que for necessário no desenvolvimento do Polo Moveleiro de Parauapebas.



Vários processos estão em andamento e vão surpreender a todos quanto a organização, contexto administrativo e financeiro, gestão, planejamento e desenvolvimento, salienta ambos os gestores, Dihonata e Mendes. Edvalci saiu mais cedo, mas configura-se como o fiel tesoureiro em três gestões, portanto homem de confiança no processo.
Participamos e vibramos com as mudanças em curso e reiteramos nosso apoio incondicional ao pessoal moveleiro e marceneiros. 





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domingo, 29 de julho de 2018

A luta dos moveleiros de Parauapebas



UM BOM CONVENIO PARA OS MOVELEIROS











Assistimos em toda a mídia há quase um ano atrás que a VALE finalmente, após dez anos de negociações, cedera um lote de 2000 m3 de madeira de supressão para o Polo. Alegria total depois de tanta luta e a total incompreensão do porque tanta demora se a empresa poderia estar vendendo por preço modico como ela sempre vendera ao longo desses anos para diversas empresas.

O Polo Moveleiro é propriedade da Prefeitura Municipal que o administra e tem até uma divisão na sua estrutura administrativa, mas na verdade quando se chega ali percebe- se o relativo abandono em suas ruas repletas de mato e de resíduos de madeira, sem sinalização e até com uma “invasão” de novos proprietários que ficaram de fora da entrega dos lotes há décadas.

A Cooperativa existe desde 1993 e ainda não realizou seu papel de emponderar e liderar a setor moveleiro de Parauapebas rumo a definição de móvel rustico e manual ou móvel industrial e de alto valor agregado. Não se sabe ainda o que produzir.

E mesmo os terrenos sendo cedidos em comodato erroneamente a cada empreendedor, não se conteve sua invasão como área de residências devido a insegurança daqueles empresários de deixar ali suas maquinas e equipamentos e correrem o risco de perder tudo.

Soma-se a exigência e tratamento do meio ambiente de cobrar de todos ali o mesmo que cobra de todas as empresas que lidam com madeira e necessitam ocupar grandes espaços, com o alvará dos galpões chegando a mais de dois mil reais e a exigência a cada associado de toda a documentação para licenciamento ambiental.

Na verdade a doação da area foi o basta para se buscar o pleno desenvolvimento da movelaria local. Com a chegada da madeira, em tese “doada”, esperou-se que rapidamente o polo deslanchasse.

Ora ninguém sabia ou sabe os problemas do Polo. Não há política municipal ou local que apoie e ajude o Polo Moveleiro a gerar emprego e renda como pode e deve ser um Distrito Moveleiro que é administrado junto ao poder municipal e tem como principal parceiro a VALE.

É UM MOMENTO especial que todos ali estão atravessando. Torcemos para que superem e consigam, com a garra que sempre tiveram, reencontrar o caminho da gestão responsável e transparente e do lucro para todos os associados.

Não tem capacidade de gerar emprego e renda sem capital. Apenas a madeira não basta, precisa avançar.





quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Sobrevida no Polo Moveleiro

AS OBRAS DO POLO MOVELEIRO





Finalmente depois de anos o poder publico lembrou das ruas e avenidas do Polo Moveleiro de Parauapebas. Um grupo forte, com oitenta empresários que acreditam e sempre acreditaram nesta cidade. Trabalho com eles há quase vinte anos e conheço a luta de perto. Assisti a todas as suas, conquistas, derrotas desse pessoal nos últimos anos.

O potencial é imenso: podemos nos tornar o maior polo de moveis com madeira certificada da Amazônia. Podemos utilizar os restos da exploração mineral, as árvores que são suprimidas pela mineração, dando-lhes um destino nobre.

Podemos ter  um dos maiores parques de reflorestamento do mundo, ocupando áreas degradadas pela agricultura. o projeto desse parque foi entregue ao secretario de agricultura de Parauapebas em 2013.

   

Ou o polo exportador, se firmando como legitima matriz econômica numa circunstancia não mineral que  Parauapebas precisa tanto, para continuar existindo pós VALE.


Agora o asfalto. O projeto para a transformação de polo parcial para indústria moveleira nacional é de dez anos, apresentado por nossa consultoria a Secretaria de Desenvolvimento de Parauapebas, no formato convenio. Quem viver, verá.



segunda-feira, 12 de outubro de 2015

O Polo resiste e se moderniza



POLO MOVELEIRO EM RENOVAÇÃO
Arruamento e asfalto













Finalmente depois de tantas idas e vindas as maquinas e o asfalto chegaram as ruas do Polo Moveleiro. Que esta numa situação de extrema penúria, com encomendas zeradas, baixa moral e muita perda de negócios. Não tem mais madeira nativa. Não conseguimos as licenças para trazer a madeira da VALE, que já permitiu a saída de carradas e carradas nos anos anteriores, para longe de Parauapebas.

A imensa burocracia que se instalou no DAM trata os negócios locais como inimigos. Qualquer documento de alvará vira uma via cruzis e fomos apanhados no fogo cruzado. Dependemos dos títulos que a própria prefeitura emitiu doando os terrenos aos atuais proprietários.

Mas o positivo é que as máquinas e o asfalto estão no local. Decisões da diretoria favorecem  os trabalhos dessa parceria. É o único sistema de produção industrial local. Depois da VALE é a maior atividade de transformação  da cidade. Merece consideração e apoio.

Logo estaremos promovendo a antiga FEIRA DOS MÓVEIS DE PARAUAPEBAS e unindo mais  os proprietários em torno da COOPMASP a antiga cooperativa que lutou e obteve este terreno. O Sergel, fundador, atual presidente e incentivador é a figura de proa do empreendimento. Seguimos em frente.